O perdão

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O perdão

- Mestre, Tiago e eu não estamos de acordo sobre os teus ensinamentos quanto à redenção do pecado. Tiago afirma que tu ensinas que o Pai nos perdoa, mesmo antes de Lhe pedirmos. Eu defendo que o arrependimento e a confissão devem vir antes do perdão . Qual de nós tem razão? Um pouco surpreendido pela pergunta, Jesus parou em frente da muralha oriental do Templo e, fitando intensamente os quatro, respondeu: - Meus irmãos, errais nas vossas opiniões porque não entendeis a natureza das íntimas e amantes relações entre a criatura e o Criador, entre os homens e Deus. Não conseguis compreender a simpatia compreensiva que os pais sábios têm pelos filhos não amadurecidos e por vezes em erro. É, verdadeiramente duvidoso que um pai inteligente e amante se ponha alguma vez a perdoar um filho normal. Relações de compreensão, associadas com o amor, impedem, efetivamente, essas desavenças, que, mais tarde, precisam de reajuste e arrependimento do filho e perdão  do pai. Digo-vos que uma parte de cada pai vive no filho. E o pai goza de prioridade e superioridade de compreensão em todos os assuntos relacionados com seu filho. O pai pode ver a imaturidade do filho por meio da

Como dizer certas coisas?

por desenvolvimento pessoal 0 comentários “Pressentindo que seu país em breve iria mergulhar numa guerra civil, o sultão chamou um dos seus melhores videntes e perguntou-lhe quanto tempo ainda lhe restava viver. O vidente então lhe respondeu: - Meu querido mestre, o senhor viverá o bastante para ver todos os seus filhos mortos. Num acesso de fúria, o sultão mandou imediatamente enforcar aquele que proferia palavras tão alterradoras. Então, a guerra civil era uma realmente uma ameaça! Desesperado, chamou um segundo vidente procurando saber se ainda seria capaz de controlar uma situação potencialmente explosiva e lhe fez a mesma pergunta: - Quanto tempo viverei? - Senhor, Deus lhe concedeu uma vida tão longa que ultrapassará a geração dos seus filhos e chegará à geração dos seus netos. Agradecido, o sultão mandou recompensá-lo com ouro e prata. Ao sair do palácio, um conselheiro comentou o vidente. - Você disse a mesma coisa que o adivinho anterior. Entretanto, o primeiro foi executado e você recebeu recompensas. Por que? O vidente revelou com sabedoria: - Porque o segredo não está no que você diz, mas na maneira como diz. Sempre que precisar disparar a flecha da verdade, não se esqueça de antes molhar sua ponta num vaso de mel.” O texto acima chama-se A História dos Dois Videntes. leia mais
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