Sua empresa tem um site?

Sua empresa tem um site?

por gestão 0 comentários Nos últimos anos, percebo que os pequenos e médios empresários começaram a se preocupar de forma mais consistente na estruturação de sua comunicação digital, basicamente criando seus sites e investindo timidamente no Adwords do Google. O ponto negativo é que em conjunto com esses novos sites, encontramos diversas páginas obsoletas criando um universo virtual ainda heterogêneo. Essa constatação é muito boa para todo o ramo de comércio e serviços, uma vez que demonstra uma tendência na evolução do pensamento do empresário brasileiro frente às novas tecnologias disponíveis, levando para outro nível as relações entre a cadeia produtiva e o consumidor. Utilizar uma grande vitrine 24 horas, com baixo custo e facilidade de acessos aos clientes, deixou de ser exclusividade de grandes empresas e passou a fazer parte também das preocupações das pequenas e médias. Vejo que o problema encontra-se na forma que isso vem acontecendo. Desde o início da Internet, algumas pequenas e médias empresas vem se aventurando nesse novo e misterioso mundo virtual. Por não ter capital para contratar grandes agências, essas empresas menores acabaram fechando negócio com profissionais autônomos, que não possuem em sua grande maioria, envergadura técnica e capacidade de relacionamento comercial capaz de atender a todas as demandas inerentes leia mais

Hatun

por gestão 0 comentários Hatun, significa em árabe a “grande dama”, e é o nome dado à primeira esposa de um sultão que, naturalmente, possuía todas as regalias e poderes inerentes à sua posição, além de todo zelo que ela é tratada. Todo negócio também a sua grande dama, que é o seu nicho de marcado mais importante, aquele que sustenta as outras incursões no mercado da empresa, porém muitas vezes não é dada a devida importância a ele, ou pior, nem sabe da sua existência. Muitas vezes chamada de Santuário de Lucros, essa fatia da clientela que é fiel consumidora, que tem um vínculo afetivo com a marca, que corresponde financeiramente com os interesses do núcleo do negócio de uma empresa deve ser tratada com todo cuidado e atenção em todos os níveis de uma estrutura empresarial. Além disso, ela deve ficar atenta aos movimentos da concorrência em eventuais avanços em seu Santuário. O empresário deve estar sempre atento aos fatores internos e externos que podem de alguma maneira interferir nesse grupo de consumidores e agir rapidamente quando existe alguma ameaça ou oportunidade. Identificar esse nicho, protege-lo e amplia-lo é o desafio de todo gestor pois tratar bem a sua dama é fundamental, ela merece leia mais

Dinheiro virtual, ganhos reais

por gestão 0 comentários Uma nova onda vem ganhando força na Internet, o dinheiro virtual. Um sistema de pagamentos livre de dinheiro físico, onde os usuários enviam moedas virtuais em troca de serviços ou produtos. Por sua vez, os vendedores trocam essas moedas por dinheiro físico ou as utilizam como pagamento por outros serviços ou produtos. Empresas como PayPal (www.paypal.com.br) e a e-Gold (www.e-gold.com) são exemplos de intermediadores desses pagamentos, que tornam o capital mais barato e distributivo, uma vez que nessas transações não incorrem impostos, taxas, processos inflacionários governamentais, flutuações cambiais além de ser possível enviar remessas de valores para qualquer parte do globo instantaneamente. Recentemente a nova febre da Internet é o BitCoin, um sistema de troca de moedas virtuais que se diferencia do restante das empresas por conta do fato de não haver uma relação direta com moedas de verdade e que o lote de capital disponível é limitado e distribuído de forma paulatina à rede. Esse sistema descentralizado, apresenta um vasto campo para prosperar porque apresenta características semelhante à Internet (e aos internautas) que prima por ser um ambiente livre de controles e que se molda à medida que as pessoas começam a interagir, muito parecido com a leia mais

Prateleiras infinitas

por gestão 0 comentários Para que um lojista possa saber qual o preço que deve praticar, ele levanta o custo direto da venda de seus produtos (custo de produção; estocagem; comissão etc.), além de outros indiretos (marketing; gastos com funcionários; manutenção da estrutura; impostos etc.). Com base nesse conjunto de informações, junto com dados estratégicos, como valores praticados pela concorrência, preço que o cliente está disposto a pagar, lucratividade desejada entre outros, ele estabelece seus preços. Assim, reduzindo o custo e aumentando a exposição os lucros aumentam. Ao montar a sua loja, o empresário recebe os seus clientes, efetua suas vendas e faz girar o seu estoque gerando capital. Com o advento da Internet, esse sistema clássico de comércio foi amplificado para um terreno antes impensável, onde o custo de exposição cai a quase zero. Isso acontece porque enquanto em uma loja convencional o espaço nas prateleiras para expor cada produto tem um custo e é finito, o referente a uma loja virtual tem custo extremamente baixo e é virtualmente infinito, o que permite que o empresário apresente um conjunto enorme de produtos sem onerar o seu orçamento. Nesse contexto o custo de estocagem e exibição é reduzido e transferido para o de logística e leia mais

As palavras que não queremos

por gestão 0 comentários Ao configurar uma campanha no Google AdWords, a maior parte dos empresários preocupam-se com as palavras-chave que serão utilizadas como instrumentos de pesquisa, buscando encontrar quais são as mais adequadas ao seu público-alvo, quais apresentam relevância para ele, de forma que aumente a qualificação de um potencial clique. Porém, tão (ou mais!) importante quanto a correta escolha de palavras-chave é o conjunto de negativações que será feito, ou seja, quais palavras que a pesquisa do Google não deve relacionar ao exibir os anúncios. Saber antever as pesquisas que podem ser feitas, com palavras escolhidas, mas em um contexto diferente daquele que o empresário deseja é fundamental, pois não há interesse em receber cliques de internautas que não estão procurando o que a empresa vende, a não ser que faça parte de um conceito bem específico de divulgação. Por exemplo, uma empresa que vende CDs e DVDs pode querer estruturar uma campanha focada para venda dos produtos do Roupa Nova, mas caso não negative palavras como tecido, camisa, vestuário, correrá o risco de seus anúncios serem exibidos em uma pesquisa relacionada a roupas (compra, reforma, troca, estilo etc.) e não ao grupo musical. Essas exibições podem levar visitações de pessoas que não estão leia mais

História do Google

por história 0 comentários

O Surgimento do Google

A empresa Google Inc. foi fundada em 04 de Setembro de 1998, mas seu projeto começou em Janeiro de 1996 por dois alunos de PhD da Universidade de Stanford, na Califórnia, chamados Larry Page e Sergey Mikhailovich Brin. Clique aqui para ler o trabalho acadêmico elaborado por eles e que foi o marco zero dessa empresa que revolucionou o modo que as pessoas se relacionam com a Internet. Abaixo vemos a primeira tela do Google, quando foi lançado em 1998, perceba que vemos uma página com um design bem simples. Isso aconteceu porque tanto o Lary, quanto o Sergey não sabiam muito sobre HTML, a linguagem para desenhar páginas na web.

O Google surgiu em um momento que a Internet enfrentava uma expansão sem precedentes, com um crescimento desordenado e com métodos de busca de sites extremamente precários, onde a respostas para pesquisas era totalmente insatisfatória, uma vez que retornavam diversas páginas que não tinham qualquer relação com o interesse do usuário. Outros buscadores (ou radares), como o Yahoo!, Altavista, AOL e alguns do Brasil, como o Cadê?  (primeiro site do busca do Brasil em 1995) ou o Radar UOL, retornavam resultados imprecisos e muitas vezes bem diferentes leia mais
Top