O ambiente é fundamental!

O ambiente é fundamental!

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Olá!!! Nesse espaço vou escrever artigos com dicas sobre como se preparar para o vestibular (na verdade para qualquer tipo de prova ou concurso) e também com toques para serem usados no dia da avaliação para que não haja “brancos”, confusões ou até mesmo falta de tempo para terminá-la.

Nesse meu primeiro artigo sobre o tema, vou falar com vocês sobre a peça fundamental do estudo: o ambiente! Primeiramente eu pergunto: como é o seu ambiente de estudo? Na escola ou no cursinho você é da turma do fundão ou na primeira carteira? Em casa, você estuda com a televisão ligada? A cada cinco minutos levanta para assaltar a geladeira??? É importante você saber que para que haja fixação daquilo que você está estudando é necessário concentração e disciplina. Você tem que focar no seu objeto de estudo e para que isso ocorra nada que esteja perto pode atrapalhar. Se você não acredita no que eu acabei de escrever, imagine a seguinte situação: você está em um show do Slipknot com aquela galera alucinada ao seu redor, tentando ler (em pé e provavelmente com uma lanterninha) Os Lusíadas de Camões. Quanto você acha que iria conseguir entender do texto? (enquanto você leia mais

Psicologia Humanista: uma tentativa de sistematização da denominada terceira força em psicologia

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O termo Humanismo representou no início da Idade Moderna o rompimento com os valores medievais, sendo que a partir do Renascimento (em especial o Humanismo), o foco de visão estava centrado no homem (antropocentrismo) e todas as preocupações estavam voltadas para o ser humano.

Com vista nisso, define-se Psicologia Humanista aquela que resgata essa preocupação a respeito do ser humano, que centra sua atenção nele, que está envolto em um mundo de constantes modificações e perturbações, onde cada vez mais se valoriza o que se tem ou aparenta e não mais o que se é.

A sociedade impinge ao homem um sentimento de liberdade e de possibilidade de ascensão social, o que o leva à “famosa expressão: “sonho americano”: sobre vencer e ser alguém na vida” e a este sentimento que a Psicologia Humanista trás subsídios para demonstrar a dependência dessa transformação baseia-se apenas na vontade individual, a subjetividade, as emoções próprias e particulares e não de um sistema ou grupo de pessoas.

Uma maneira de analisar o objeto de estudo dessa vertente da psicologia nos é trazida por Bergson que separa inteligência de instinto (embora deixando clara a sua complementaridade), sendo que instinto caracterizaria pela faculdade de utilizar leia mais

Uma nova visão da pedagogia e da compreensão psicológica sob a luz de Piaget

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Educar é adaptar o indivíduo ao meio social ambiente, sendo que existem duas visões conflitantes a respeito de como isso deve ser feito. Se por um lado a escola tradicional impõe ao seu aluno sua tarefa, a moderna apela para atividade real, para o trabalho espontâneo e no interesse pessoal. Enquanto a pedagogia tradicional atribuía à criança uma estrutura mental idêntica à do adulto, mas um funcionamento diferente enquanto que os novos métodos de educação se esforçam para apresentar às crianças de diferentes idades as matérias de ensino sob formas assimiláveis á sua estrutura e aos diferentes estágios de seu desenvolvimento.

Uma questão de Piaget é definir o que é infância, sendo que ele sintetiza como sendo uma etapa biologicamente útil, cujo significado é o de uma adaptação progressiva ao meio físico e social. Essa adaptação é um equilíbrio entro dois mecanismos indissociáveis: a assimilação e a acomodação, então no caso do organismo ele é adaptado quando pode ao mesmo tempo conservar sua estrutura assimilando a ela os alimentos tirados do exterior e acomodar essa estrutura às diversas particularidades desse meio. Piaget nos trás que a característica da infância é encontrar esse equilíbrio através de uma série de exercícios ou de leia mais

O aprendizado e os fenômenos psicológicos

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Pavlov demonstra que comportamentos fundamentalmente fisiológicos podiam ser controlados por aspectos ambientais dispares, nos animais superiores e no homem, sendo que no esquema dele, as respostas incondicionadas (RI) são comportamentos inatos e são elicitados por estímulos também incondicionados (EI), sendo que este junto com um neutro, não condicionado (ENC) poderia elicitar o reflexo apenas com a apresentação do estímulo neutro e o comportamento passava a chamar-se resposta condicionada (RC). E com essa teoria, temos uma série de possibilidades nos seres vivos, pois se abrem possibilidades nos estudos de vários fenômenos, como a psicofisiologia das emoções, a ansiedade e outros.

A Análise Experimental do Comportamento (AEC) é um conjunto específico de conceitos e procedimentos psicológicos para estudar a conduta dos seres vivos, em especial a do homem em relação funcional com seu ambiente, sendo que a seguir apontamos os conceitos mais relevantes para a compreensão dos elementos da psicologia voltada para a educação. Definição de conduta: conduta é definida como atividade do organismo vivo em relação funcional com seu ambiente. Os estudos mostram que o comportamento especialmente humano tem múltiplas causas, ou seja, não é somente um estímulo que desencadeia ou é responsável pela aparição de uma determinada resposta.

Noção de reforço: leia mais

Múltiplas inteligências: as diversas visões sobre inteligência através dos exemplos de Gandhi, Einstein e outros

por desenvolvimento pessoal, educação 0 comentários A conceituação de inteligência depende muito do observador, lastreando suas visões de acordo com seus talentos, experiências, convivências e naturezas espirituais. Certamente que não existe apenas um tipo de Inteligência, mas sim um conjunto delas, mais ou menos desenvolvidas em cada indivíduo, que traduz a sua interação com o meio no qual este está inserido e que reflete suas possibilidades de extravasar suas ambições, desejos e naturezas, lastreados em sua missão de vida, em seu propósito de existência nessa experiência terrena. Em conjunto com essa realidade, temos também a interface das pessoas consigo mesmas e com o mundo, o que faz com que de acordo com cada pessoa, a percepção de ser “inteligente” sofre severas alterações, tornando difícil a definição exata desse conceito multifacetado. Atualmente, acredita-se que o ser humano é dotado de um conjunto de inteligências paralelas, as quais podem ser observadas pelas suas externalizações e valorizações em expoentes da Humanidade, tendo em suas obras e biografias que ser inteligente seria ter, entre outras, as habilidades e competências que este apresentava ao mundo. Esse conceito de inteligências múltiplas foi desenvolvido na década de 1980 por um conjunto de pesquisadores da Universidade de Harvard, capitaneado pelo psicólogo Howard Gardner, com vistas na leia mais

Por que não 44?

por desenvolvimento pessoal 0 comentários Meus queridos, estava eu exercendo meu hábito de ler o jornal Folha de São Paulo e me deparei com uma entrevista  que me chamou a atenção e decidi compartilhar com todos vocês sobre meus devaneios sobre a matéria. A bem da verdade não foi nem tanto o assunto da entrevista em si que me fez refletir sobre nossas vidas, em especial como as tratamos no que tange à nossa capacidade de atuar frente às nossas obrigações. Dessa forma, a pergunta que retumbou em meu cérebro foi: por que não somos mais eficientes? Pois bem, perdoem-me pela digressão, irei ao assunto: trata-se da entrevista de hoje, 03 de agosto de 2009 com Gérard Saillant, presidente da Comissão Médica da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), que relatou suas impressões acerca do acidente ocorrido com o piloto brasileiro Felipe Massa na Hungria no último dia 25 de julho, que apresentou assombrosa semelhança daquele que ceifou a vida de um dos poucos heróis nacionais que temos: Ayrton Senna da Silva. Não caros leitores, não refletirei sobre a efemeridade de nossas vidas, o impacto das casualidades em nossas certezas ou algo parecido. Na verdade a entrevista foi bem previsível em se tratando de uma autoridade do automobilismo internacional relacionada leia mais

As perspectivas da inteligência

por educação 0 comentários O conceito inteligência é caracterizado através de três perspectivas, o inatismo, o empirismo e o construtivismo. O primeiro defende que a inteligência é um dom, uma capacidade, que possuímos desde o nosso nascimento e independe da nossa trajetória pessoal, ou seja, não interessa os esforços ou os ensinamentos que a pessoa experimente, pois sempre terá o mesmo nível de inteligência. Assim sendo, a nossa inteligência independe de nós e dessa forma, o sujeito é considerado passivo, subordinado à sua herança genética. No segundo (o empirismo), o desenvolvimento da inteligência baseia-se no somatório das aprendizagens que o indivíduo tem a possibilidade de experimentar. Nessa visão valoriza-se todas as ações que visem o desenvolvimento da inteligência, baseando-se naquilo que a pessoa conhece e com base nessas informações que há a possibilidade de aprimoramento das relações mentais que esta faz com as informações do mundo que a cerca. Finalmente o terceiro, o construtivismo, tem a visão de que a inteligência é o que possibilita de modo estrutural e funcional nossas relações com os elementos do mundo que nos cerca, ou seja, ela expressa o que podemos compreender e realizar segundo o nosso estágio de desenvolvimento. Nessa visão a inteligência é considerada na perspectiva de autonomia leia mais
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