Interdisciplinaridades: algumas relações da Astronomia com o ensino básico

por astronomia, educação 0 comentários O relacionamento de conteúdos traz uma possibilidade de estabelecimento sinérgico de conhecimento, estruturando pontes lógico-dedutivas entre vertentes distintas do saber, o que gera um incremento na horizontalidade dos temas e abre caminho para as suas verticalidades. Dessa forma, no recorte da Astronomia em sua relação com o ensino básico, podemos relacionar algumas interdisciplinaridades que, naturalmente, não esgotam as possibilidades, servindo como fonte de instigação e sendo um convite para uma reflexão aprofundada acerca do estabelecimento de outras interações conceituais. Na listagem abaixo, encontramos relacionamentos na forma um-a-um, ou seja, com restrição na quantidade de matérias relacionadas, sendo apresentadas apenas as interações entre a Astronomia e algumas disciplinas. 1. Educação Artística • Criação de um mini-planetário utilizando as informações da Carta Celeste e a criatividade dos alunos e professores. • Exposição de telas inspiradas nas imagens celestes. • Trabalho de artes plásticas a partir do uso das imagens e informações astronômicas, como instalações, colagens, dobraduras e esculturas. • Criação de uma peça de teatro envolvendo a mística astronômica bem como suas lendas. • Desenhos das figuras mitológicas. • Produção de quadrinhos com histórias mitológicas e de ficção científica. • Criação de músicas e poemas com base nas histórias mitológicas. • Feira de objetos de ficção científica, como roupas intergalácticas, naves, extraterrestres, leia mais
Burrice tem cura? por educação 0

Burrice tem cura?

Vejamos dois artigos perturbadores: Artigo 1 - “Burrice é genética e deveria ser curada, diz pioneiro do DNA – Jornal do Brasil, 28/02/2003. LONDRES - A burrice é uma doença genética que deveria ser curada, segundo James Watson, um dos dois cientistas que descobriram a estrutura do DNA há 50 anos, uma conquista que lhe valeu o prêmio Nobel de Medicina em 1962. A declaração foi dada pelo cientista num documentário da TV britânica Channel 4 que será transmitido amanhã para comemorar o 50º aniversário da chamada ''descoberta do século''. Watson defende que as pessoas burras ou com coeficiente intelectual baixo que não têm um transtorno mental diagnosticado sofrem de uma desordem que é transmitida de forma hereditária pelos genes, como acontece com doenças como a fibrose cística ou a hemofilia. ''Se alguém é realmente burro, chamaria isso de doença'', diz o renomado professor, grande impulsor do Projeto Genoma Humano, a iniciativa internacional para decifrar o chamado 'mapa da vida'. Watson considera um erro associar a lentidão na aprendizagem a uma situação de pobreza ou a problemas familiares, ''como diria muita gente'', já que é mais provável que exista uma causa genética que pode e deve ser corrigida. Na opinião de Watson, que aos 75 anos é
A Lua aponta para o Sol! por astronomia 0

A Lua aponta para o Sol!

Você sabia que quando observamos a Lua, temos como saber na mesma hora onde se encontra o Sol, mesmo que ele esteja abaixo do horizonte? Para conseguirmos fazer isso, basta que observemos a Lua em sua fase intermediária (nem toda cheia, nem escura – em especial próximo da Lua Nova). Nesse ponto é fácil encontrar duas pontas em suas extremidades na área iluminada, chamadas de cúspides. Para encontrar a posição do Sol, basta que tomemos a direção perpendicular da reta formada pelas cúspides no sentido da porção iluminada (também chamado de limbo iluminado). De modo a facilitar a compreensão do acima exposto, basta que você enxergue a Lua como um arco e a reta imaginária que liga as suas pontas como a corda deste arco. Agora imagine uma flecha sendo disparada por esse arco, curiosamente sempre o alvo será o Sol! Essa regra pode ser verificada durante o dia e tem uma aplicação direta durante a noite, pois nos mostra exatamente a localização no horizonte de onde o Sol se pôs ou a localização de onde ele
A Astronomia nas escolas: uma possibilidade de motivação e interdisciplinaridade por astronomia, educação 0

A Astronomia nas escolas: uma possibilidade de motivação e interdisciplinaridade

A Astronomia desde os mais remotos tempos atrai a atenção do ser humano devido aos seus mistérios, encantos e misticismos. Esse fascínio é encontrado em todas as faixas etárias, porém especialmente nas crianças, que estão descobrindo o mundo que as cerca e se encantam com o desconhecido. Por outro lado, o estudo dos astros trouxe ao homem a oportunidade do autoconhecimento, auto-aprimoramento, desenvolvimento de tecnologias e, principalmente, da compreensão da complexidade inerente de um imenso sistema de relações físicas, químicas, e biológicas capaz de abrigar uma infinidade de estruturas funcionais, em sua grande maioria, desconhecidas até então. Com vistas na sua compreensão, desenvolveu-se diversas ferramentas concretas e abstratas para alavancar os limitados sentidos humanos: instrumentos de captação, medição e análise como telescópios óticos, radiotelescópios, espectrógrafos e sondas, no campo concreto e elementos mentais como matemática avançada, física moderna, estruturas computacionais, filosofia e teologia no campo no campo abstrato. Dentro desse contexto complexo e multifacetado temos uma série de áreas de aderência com os conteúdos disciplinares educacionais fundamentais e dessa forma, pontes lógicas podem ser efetuadas, dentro de certos recortes e nivelações, para demonstrar a aplicabilidade de uma vasta gama de elementos curriculares básicos. Sob essa ótica, o educador tem uma ferramenta a mais
Pensamento Estatístico na Gestão Estratégica por estatística, gestão 0

Pensamento Estatístico na Gestão Estratégica

Os dados, através de seus padrões e comportamentos, nos revelam informações imprescindíveis acerca do mundo que nos cerca. Constantemente, mais e mais conjuntos de números são gerados e solicitam que sejam analisados, compreendidos e transformados em informação. Com os adventos da computação e da comunicação, atualmente temos rápido acesso a uma infinidade de números e podemos gerar uma quantidade incrivelmente grande de novos valores dentro de nossas esferas de atuação social (trabalho, família, etc.). Essa “hiperventilação”* numérica, que defino como hipernumeração, aproxima de nós a necessidade de aprendermos a nos orientarmos dentro desse vasto universo, através de técnicas e instrumentação voltadas para a descrição e localização dos dados relevantes; a selecionarmos e auditarmos com vistas na confiabilidade e representatividade; e a interpretarmos os dados isoladamente e dentro de suas micro, meso ou macroestruturas e redes de relacionamentos, estabelecendo pontes lógicas e regras de encadeamento e ordenação. * Estabelecemos essa aproximação da gestão do conhecimento com o conceito de hiperventilação (exposição a uma quantidade enorme de ar, o qual pode levar uma pessoa ao sufocamento), pois não raro encontramos situações em que as pessoas encontram-se defronte a massas gigantescas de dados, sendo humanamente impossível analisá-los em sua totalidade, através de todas as suas
Data Mining, conceitos e aplicabilidades por data mining 0

Data Mining, conceitos e aplicabilidades

Data Mining ou Mineração de Dados consiste em um processo analítico projetado para explorar grandes quantidades de dados (tipicamente relacionados a negócios, mercado ou pesquisas científicas), na busca de padrões consistentes e/ou relacionamentos sistemáticos entre variáveis e, então, validá-los aplicando os padrões detectados a novos subconjuntos de dados. O processo consiste basicamente em 3 etapas: exploração; construção de modelo ou definição do padrão; e validação/verificação e no mesmo uilizam diversos algoritmos computacionais tais como Segmentação, Classificação e Previsão. A literatura sobre o assunto trata com mais detalhes todos os passos necessários ao Data Mining. Veja, por exemplo, Groth (1998) e Han, Chen & Yu (1996). Para o escopo do que pretendemos neste artigo é suficiente apresentar os passos fundamentais de uma mineração bem sucedida. A partir de fontes de dados (bancos de dados, relatórios, logs de acesso, transações, etc) efetua-se uma limpeza (consistência, preenchimento de informações, remoção de ruído e redundâncias, etc). Disto nascem os repositórios organizados (Data Marts e Data Warehouses), que já são úteis de diversas maneiras. Mas é a partir deles que se pode selecionar algumas colunas para atravessarem o processo de mineração. Tipicamente, este processo não é o final da história: de forma interativa/iterativa e frequentemente usando visualização gráfica,
A Estatística na Sociedade por estatística 0

A Estatística na Sociedade

Alguns apontamentos históricos sobre o aparecimento da Estatística Se a Estatística é uma disciplina relativamente nova o mesmo não acontece com o interesse do Homem por possuir formas de registro dos mais variados tipos de dados. Os primeiros levantamentos de dados têm cerca de 3000 anos. Povos como os babilônios, os egípcios ou os romanos, cedo perceberam a importância de possuir registros agrícolas, comerciais e mesmo medições de fenômenos naturais enquanto elementos fundamentais para a organização da sociedade. No entanto, foram os egípcios e os romanos os primeiros a terem a preocupação de realizar uma contagem oficial e periódica de todos os habitantes de uma determinada região com o propósito de adquirir conhecimentos acerca da sua população e dos elementos que a ajudavam a caracterizar. O enumerar destes elementos, ou censos, tinha como objetivo principal a obtenção de informações essenciais para assuntos governamentais, como a cobrança de impostos ou o número de homens disponíveis para o serviço militar. Na Europa, por volta do ano de 1085, foram realizados na Inglaterra um dos primeiros e mais completos levantamentos estatísticos que se conhece, no qual se procuraram coligir dados acerca da utilização que os proprietários faziam da terra, com vista ao cálculo do imposto

A Astronomia nas escolas: uma possibilidade de motivação e interdisciplinaridade

por astronomia, educação 0 comentários A Astronomia desde os mais remotos tempos atrai a atenção do ser humano devido aos seus mistérios, encantos e misticismos. Esse fascínio é encontrado em todas as faixas etárias, porém especialmente nas crianças, que estão descobrindo o mundo que as cerca e se encantam com o desconhecido. Por outro lado, o estudo dos astros trouxe ao homem a oportunidade do autoconhecimento, auto-aprimoramento, desenvolvimento de tecnologias e, principalmente, da compreensão da complexidade inerente de um imenso sistema de relações físicas, químicas, e biológicas capaz de abrigar uma infinidade de estruturas funcionais, em sua grande maioria, desconhecidas até então. Com vistas na sua compreensão, desenvolveu-se diversas ferramentas concretas e abstratas para alavancar os limitados sentidos humanos: instrumentos de captação, medição e análise como telescópios óticos, radiotelescópios, espectrógrafos e sondas, no campo concreto e elementos mentais como matemática avançada, física moderna, estruturas computacionais, filosofia e teologia no campo no campo abstrato. Dentro desse contexto complexo e multifacetado temos uma série de áreas de aderência com os conteúdos disciplinares educacionais fundamentais e dessa forma, pontes lógicas podem ser efetuadas, dentro de certos recortes e nivelações, para demonstrar a aplicabilidade de uma vasta gama de elementos curriculares básicos. Sob essa ótica, o educador tem uma ferramenta a mais leia mais

Interdisciplinaridades: algumas relações da Astronomia com o ensino básico

por astronomia, educação 0 comentários O relacionamento de conteúdos traz uma possibilidade de estabelecimento sinérgico de conhecimento, estruturando pontes lógico-dedutivas entre vertentes distintas do saber, o que gera um incremento na horizontalidade dos temas e abre caminho para as suas verticalidades. Dessa forma, no recorte da Astronomia em sua relação com o ensino básico, podemos relacionar algumas interdisciplinaridades que, naturalmente, não esgotam as possibilidades, servindo como fonte de instigação e sendo um convite para uma reflexão aprofundada acerca do estabelecimento de outras interações conceituais. Na listagem abaixo, encontramos relacionamentos na forma um-a-um, ou seja, com restrição na quantidade de matérias relacionadas, sendo apresentadas apenas as interações entre a Astronomia e algumas disciplinas. 1. Educação Artística • Criação de um mini-planetário utilizando as informações da Carta Celeste e a criatividade dos alunos e professores. • Exposição de telas inspiradas nas imagens celestes. • Trabalho de artes plásticas a partir do uso das imagens e informações astronômicas, como instalações, colagens, dobraduras e esculturas. • Criação de uma peça de teatro envolvendo a mística astronômica bem como suas lendas. • Desenhos das figuras mitológicas. • Produção de quadrinhos com histórias mitológicas e de ficção científica. • Criação de músicas e poemas com base nas histórias mitológicas. • Feira de objetos de ficção científica, como roupas intergalácticas, naves, extraterrestres, leia mais

Sua empresa tem um site?

por gestão 0 comentários Nos últimos anos, percebo que os pequenos e médios empresários começaram a se preocupar de forma mais consistente na estruturação de sua comunicação digital, basicamente criando seus sites e investindo timidamente no Adwords do Google. O ponto negativo é que em conjunto com esses novos sites, encontramos diversas páginas obsoletas criando um universo virtual ainda heterogêneo. Essa constatação é muito boa para todo o ramo de comércio e serviços, uma vez que demonstra uma tendência na evolução do pensamento do empresário brasileiro frente às novas tecnologias disponíveis, levando para outro nível as relações entre a cadeia produtiva e o consumidor. Utilizar uma grande vitrine 24 horas, com baixo custo e facilidade de acessos aos clientes, deixou de ser exclusividade de grandes empresas e passou a fazer parte também das preocupações das pequenas e médias. Vejo que o problema encontra-se na forma que isso vem acontecendo. Desde o início da Internet, algumas pequenas e médias empresas vem se aventurando nesse novo e misterioso mundo virtual. Por não ter capital para contratar grandes agências, essas empresas menores acabaram fechando negócio com profissionais autônomos, que não possuem em sua grande maioria, envergadura técnica e capacidade de relacionamento comercial capaz de atender a todas as demandas inerentes leia mais
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