Arquivos do Site

Nem tanto ao céu, nem tanto à terra

por gestão 0 comentários A frase que nomeia esse artigo se refere à importância dos meios-termos tanto na vida das pessoas, quanto nas das empresas, governos ou qualquer outro tipo de agremiação humana. Em nossas análises é importante excluirmos do nosso foco os extremos das situações, ou seja, ao compreendermos as falibilidades do mundo (e, em última análise, de nós mesmo) passamos a entender que os cenários que nos cercam não são exatamente como identificamos em um primeiro momento, especialmente quando somos extremistas. Uma crise financeira pode não ser necessariamente tão desastrosa para os negócios assim como a oportunidade de uma sonhada fusão ou aquisição de outra empresa por um valor abaixo do esperado pode esconder uma enorme enrascada. A primeira pode trazer consigo novas oportunidades ou mercados para atuação de sua capacidade produtiva enquanto a segunda pode esconder defeitos, vícios ou incompatibilidades com a sua estrutura podendo colocar em risco a saúde de todo o seu negócio. No cenário empresarial, o tomador de decisões deve manter a ponderação em suas visões, sabendo que alguns fatos não são necessariamente tão desastrosos ou tão espetaculares como à primeira vista possam parecer. Através de um prisma de realidade, o olhar sereno traz a capacidade de processar corretamente as leia mais

Quando uma empresa estola

por gestão 0 comentários Na aviação existe um fenômeno que assombra os pilotos, o estolar de uma aeronave. O termo estol vem do inglês stall, que representa a perda de sustentação ocasionada pelo descolamento do fluxo de ar nas asas, fazendo o avião entrar em queda livre. Quando um avião está entrando em estol o piloto deve rapidamente adotar algumas medidas de segurança para estabiliza-lo a fim de recuperar o horizonte de sua nave. Recentemente tivemos as notícias de alguns acidentes aéreos, sendo que todos eles se deveram ao tão temido estol. Esses tristes acontecimentos me levaram a estabelecer um paralelo entre a aviação e a condução empresarial. Enquanto o ar é o sustentáculo de qualquer avião, o fluxo de capital é o que mantém uma empresa funcionando; pensando dessa maneira é possível imaginar que um dos motivos que mais leva uma empresa a declarar falência é o volume do fluxo financeiro abaixo do mínimo necessário para honrar seus custos ordinários, ou seja, em uma situação dessas, a empresa entrou em estol. Antes de estolar, uma das formas principais de retomar a sustentação da aeronave é forçar o bico dela para baixo, a fim de aumentar a velocidade do ar que passa pelas suas asas e leia mais

Link Building

por gestão 0 comentários A reputação de uma empresa na Internet é tão importante quanto um site bem construído, eficiente, funcional, distribuição correta e com conteúdo relevante e sem erros, pois o internauta leva muito em consideração a opinião de outras pessoas sobre determinada empresa antes de efetuar uma compra ou ir até o estabelecimento. Isso acontece porque com acesso fácil a um grande número de empresas que apresentam serviços similares, além de eventuais empresas fantasmas que aplicam golpes virtuais, o usuário busca referências para saber qual empresa apresenta melhor relação custo-benefício, está de fato comprometida e é capaz de cumprir aquilo que promete. Além do marketing natural que é gerado com o passar do tempo quando uma empresa apresenta boas práticas, é possível acelerar e incrementar esse processo através de ações estruturadas, sendo que ao lado de relacionamentos em Redes Sociais e campanhas Google AdWords focadas em branding, temos as estratégias de Link Building. Essa expressão corresponde às ações de construção/fortalecimento da reputação de um site frente aos internautas e ao Google (aumento no Page leia mais

Prateleiras infinitas

por gestão 0 comentários Para que um lojista possa saber qual o preço que deve praticar, ele levanta o custo direto da venda de seus produtos (custo de produção; estocagem; comissão etc.), além de outros indiretos (marketing; gastos com funcionários; manutenção da estrutura; impostos etc.). Com base nesse conjunto de informações, junto com dados estratégicos, como valores praticados pela concorrência, preço que o cliente está disposto a pagar, lucratividade desejada entre outros, ele estabelece seus preços. Assim, reduzindo o custo e aumentando a exposição os lucros aumentam. Ao montar a sua loja, o empresário recebe os seus clientes, efetua suas vendas e faz girar o seu estoque gerando capital. Com o advento da Internet, esse sistema clássico de comércio foi amplificado para um terreno antes impensável, onde o custo de exposição cai a quase zero. Isso acontece porque enquanto em uma loja convencional o espaço nas prateleiras para expor cada produto tem um custo e é finito, o referente a uma loja virtual tem custo extremamente baixo e é virtualmente infinito, o que permite que o empresário apresente um conjunto enorme de produtos sem onerar o seu orçamento. Nesse contexto o custo de estocagem e exibição é reduzido e transferido para o de logística e leia mais

As palavras que não queremos

por gestão 0 comentários Ao configurar uma campanha no Google AdWords, a maior parte dos empresários preocupam-se com as palavras-chave que serão utilizadas como instrumentos de pesquisa, buscando encontrar quais são as mais adequadas ao seu público-alvo, quais apresentam relevância para ele, de forma que aumente a qualificação de um potencial clique. Porém, tão (ou mais!) importante quanto a correta escolha de palavras-chave é o conjunto de negativações que será feito, ou seja, quais palavras que a pesquisa do Google não deve relacionar ao exibir os anúncios. Saber antever as pesquisas que podem ser feitas, com palavras escolhidas, mas em um contexto diferente daquele que o empresário deseja é fundamental, pois não há interesse em receber cliques de internautas que não estão procurando o que a empresa vende, a não ser que faça parte de um conceito bem específico de divulgação. Por exemplo, uma empresa que vende CDs e DVDs pode querer estruturar uma campanha focada para venda dos produtos do Roupa Nova, mas caso não negative palavras como tecido, camisa, vestuário, correrá o risco de seus anúncios serem exibidos em uma pesquisa relacionada a roupas (compra, reforma, troca, estilo etc.) e não ao grupo musical. Essas exibições podem levar visitações de pessoas que não estão leia mais

Origem da arroba e seu uso na informática

por gestão, história 0 comentários A origem da arroba remonta a idade média, onde copistas escreviam livros à mão e para simplificar seus trabalhos, aos moldes da taquigrafia, criavam seus próprios símbolos, entre eles o til (um n estilizado), o “e” comercial “&” (uma abreviação da expressão latina et – um entrelaçamento dessas duas letras), chamado em inglês de ampersand e a arroba “@”. Utilizando o mesmo recurso de entrelaçamento de letras usado no &, o @ representava a preposição latina ad, que significava, entre outros, o sentido de “casa de”. Mesmo depois do advento da imprensa, alguns símbolos copistas permaneceram, como o & e o @, especialmente nas contabilidades. Não raro encontravam-se registros como “5@£2”, que significava 5 unidades ao preço de 2 libras. Nesse período, o símbolo @ já era conhecido, em inglês, como “at” (a ou em). Já no século XIX, os portos catalães (nordeste da Espanha) procuravam imitar os registros do comércio inglês e passou a conhecer o símbolo @. Porém, como desconheciam o sentido que era dado na Inglaterra para ele, imaginavam que pudesse representar uma unidade de peso, uma vez que utilizavam a unidade “arroba” (mais ou menos 15 kg), do árabe “ar-ruba” que significa “a quarta parte” da medida de peso leia mais

O poder do just in time

por gestão 0 comentários Você, meu internético leitor, já deve ter ouvido falar da expressão just in time, criada para descrever linhas de produção na qual nada deve ser comprado, produzido ou transportado antes do momento ideal, ou seja, por exemplo, a matéria-prima chega na fábrica apenas no momento que vai ser de fato utilizada. Essa técnica de logística, utilizado por exemplo pela Toyota, serve para reduzir custos, trazendo inteligência à cadeia produtiva. Com o passar do tempo essa expressão foi derivando-se até ser utilizada pelo grande público atualmente para se referir a um processo que acontece com alta velocidade no momento que foi nascida a demanda. Assim, ouvimos várias vezes: “Vamos fazer a ação X just in time, rapidamente!” (inclusive muitas vezes sendo confundida com a expressão on demand, que representa a realização de uma tarefa sob demanda, ou seja, apenas quando solicitada pelo cliente ou usuário). De qualquer maneira, vamos conversar sobre a importância de fazermos as atividades com presteza e divulgá-las para os corretos destinatários rapidamente, mantendo a sua integridade. Em um mundo no qual as informações voam a uma velocidade impressionante, uma empresa deve se preocupar em manter contato com seus clientes, fornecedores e colaboradores na mesma medida de difusão. Para que leia mais

Internet x Língua Portuguesa

por gestão 0 comentários Você já deve ter percebido que existe uma língua única nascida no mundo virtual, que fraqueja o já combalido português correto. O nascimento de meios de expressão próprios é comum em tribos, com vistas na criação de sua identidade, fortalecendo os vínculos entre seus integrantes e repelindo estrangeiros. Por conta disso, vivenciamos essa realidade na imensa maioria das páginas da Internet, blogs, mídias sociais etc. A questão, foco desse artigo, reside no posicionamento do empresário frente a essa situação, sobre a sua preocupação com os textos apresentados aos seus clientes. O brasileiro escreve pouco e lê menos ainda e essa quantidade reduzida é de baixa qualidade, o que resulta na produção de textos pobres de forma e conteúdo. Por isso que é tão difícil encontrar um profissional que saiba escrever de maneira adequada. Não raro encontramos informações em sites comerciais com erros grosseiros de português (principalmente erros de concordância e de grafia), falta de cuidado com a digitação por parte dos web designers contratados e o que é pior, gírias cibernéticas. “Atravéz” e não através; “desepenho” ao invés de desempenho, “vc” no lugar de você são exemplos de problemas de texto extremamente comuns. Mesmo que estejamos trabalhando em um universo de livre expressão, leia mais

Sete pecados visuais dos sites

por gestão 0 comentários Meu querido e cibernético leitor, como todos gostam de um bom ranking, não pude me furtar o direito (e por que não o prazer?) de fazer um próprio! Assim, refleti sobre as principais gafes cometidas na concepção visual de sites que já vi espalhadas pela Internet e listei abaixo as 7 mais mortíferas, que derrubam qualquer empresário bem intencionado: 7º lugar – Fontes diferentes. Para suprir a carência de recursos gráficos, é comum encontrar sites que não querem ser maçantes com seus textos e chamadas e utilizam diversos tipos, tamanhos e cores de fontes. Isso gera uma falta de identidade visual no site, não transmitindo nenhuma informação relevante ao seu usuário, confundindo-o. Por isso, fonte é diferente de imagem, ou seja, o texto deve servir para trazer informação e não para cumprir o papel de decoração, de desenho. 6º lugar – Fundo papel de presente. Lembra daqueles papéis que embalam presentes no Natal? Ou daqueles papéis de parede de hotéis da década de 20? Então, alguns sites possuem esse recurso em seu fundo! Então não se esqueça: nunca, jamais, em tempo algum, use desenhos e mais desenhos no segundo plano, nunca! 5º lugar – A Síndrome do Menu Ausente. Por incrível que pareça leia mais

Carro novo, site velho

por gestão 0 comentários Você, meu cibernético leitor, deve adorar o cheiro de um carro novo, aquele carro de seus sonhos: a deliciosa maciez de seu amortecedor, seu painel repleto de novos recursos, GPS integrado, Bluetooth, seu potente e silencioso motor com incontáveis de cavalos e infinitas cilindradas, seu design arrojado, enfim, um carro que lhe trará conforto, segurança e status. Por diversas vezes em seminários que ministro, inicio a conversa dessa forma. Todos nós temos um carro dos sonhos, e se tivermos condições para tê-lo, não pensaremos duas vezes. Queremos um carro novo porque ele apresenta qualidades superiores quando comparado com um mais antigo. A experiência e o desempenho são muito melhores do que os de um modelo obsoleto, e quanto maior a distância de tempo entre eles, maior o abismo tecnológico existente. Pensando em termos de marketing, certamente o poder de sedução do primeiro é muito maior, ou seja, tem uma eficácia superior com relação ao último. Pois bem, um site é como um carro! Quanto mais antigo ele for, pior será a sua performance, seu design, a experiência que ele proporciona para que o utiliza enfim, pior o seu poder de sedução. Isso ocorre pelos mesmos motivos do automobilismo, as peças de sites mais leia mais
Top