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Internet, um direito fundamental do homem

por desenvolvimento pessoal 0 comentários A Internet é um espaço livre e democrático onde todos tem o direito de expressar seus pensamentos e posições, ter acesso livre a conteúdos e se relacionar com outros internautas em qualquer ponto do mundo, desde que não haja crime consensual entre os países, como ódio racial ou pornografia infantil, essa é a divulgação que a ONU fez colocando o acesso a  Internet e com ela livre de manipulação estatal como novo direito fundamental de cada ser humano, ao lado do acesso à saúde, educação e moradia. A onda de censura a sites, cerceamento de acessos à Internet e prisões de blogueiros ao redor do planeta chamou a atenção da ONU especialmente pelo fato de terem em comum na maior parte das vezes a vontade do governo de conter a distribuição de informações que potencialmente poderiam colocar em risco sua manutenção no poder. Agora, a violação esse novo direito pode ser enquadrada como crime internacional à semelhança da pena e da pesada multa recebida por Hosni Mubarack, ex-presidente do Egito, por ter desconectado o país da Internet no período de rebelião contra seu governo, que culminou em sua deposição. Esse é o indício que a nova fronteira de discussão e luta que envolve leia mais
Sobre amores, amados e banalidades imperfeitas por desenvolvimento pessoal 0

Sobre amores, amados e banalidades imperfeitas

Certa vez me detive a uma mensagem que tratava com propriedade e a devida devoção de um tema importante para todos os seres humanos: o amor. Não raro nos deparamos com as expressões de carinho profundo e devoção eterna até que o inevitável os separe, porém com a bênção de Cronos podemos entender melhor como funciona o universo dos corações humanos através das sucessões de fatos e eventos. Quantas vezes nos deparamos com pessoas que juram eternidades e certezas de enlaces cardíacos e que tão subitamente quanto a flechada do Cupido, demonstram o nadir daquilo que foi pactuado?

O ódio, a galope do nobre sentimento, surge das entranhas e devastas as plantações afetivas, trazendo consigo os calores das (pretensas) desilusões, daqueles que buscavam encontrar no outro seu próprio eu ou as saídas para suas tristes existências.

Cada vida fica atada a outras por laços forçosos ou eleitos e, se falsos ou vãos, inevitavelmente tornar-se-ão rancores e negritudes de alma e mente, pois o pó levantado dos castelos de sentidos intoxica, envenena, mata.

Entristeço-me ao presenciar essas mutações e a cada evento penso em quais seriam os caminhos pregressos que poderiam ter sido trilhados para evitar

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