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Interdisciplinaridades: algumas relações da Astronomia com o ensino básico

por astronomia, educação 0 comentários O relacionamento de conteúdos traz uma possibilidade de estabelecimento sinérgico de conhecimento, estruturando pontes lógico-dedutivas entre vertentes distintas do saber, o que gera um incremento na horizontalidade dos temas e abre caminho para as suas verticalidades. Dessa forma, no recorte da Astronomia em sua relação com o ensino básico, podemos relacionar algumas interdisciplinaridades que, naturalmente, não esgotam as possibilidades, servindo como fonte de instigação e sendo um convite para uma reflexão aprofundada acerca do estabelecimento de outras interações conceituais. Na listagem abaixo, encontramos relacionamentos na forma um-a-um, ou seja, com restrição na quantidade de matérias relacionadas, sendo apresentadas apenas as interações entre a Astronomia e algumas disciplinas. 1. Educação Artística • Criação de um mini-planetário utilizando as informações da Carta Celeste e a criatividade dos alunos e professores. • Exposição de telas inspiradas nas imagens celestes. • Trabalho de artes plásticas a partir do uso das imagens e informações astronômicas, como instalações, colagens, dobraduras e esculturas. • Criação de uma peça de teatro envolvendo a mística astronômica bem como suas lendas. • Desenhos das figuras mitológicas. • Produção de quadrinhos com histórias mitológicas e de ficção científica. • Criação de músicas e poemas com base nas histórias mitológicas. • Feira de objetos de ficção científica, como roupas intergalácticas, naves, extraterrestres, leia mais
A Lua aponta para o Sol! por astronomia 0

A Lua aponta para o Sol!

Você sabia que quando observamos a Lua, temos como saber na mesma hora onde se encontra o Sol, mesmo que ele esteja abaixo do horizonte? Para conseguirmos fazer isso, basta que observemos a Lua em sua fase intermediária (nem toda cheia, nem escura – em especial próximo da Lua Nova). Nesse ponto é fácil encontrar duas pontas em suas extremidades na área iluminada, chamadas de cúspides. Para encontrar a posição do Sol, basta que tomemos a direção perpendicular da reta formada pelas cúspides no sentido da porção iluminada (também chamado de limbo iluminado). De modo a facilitar a compreensão do acima exposto, basta que você enxergue a Lua como um arco e a reta imaginária que liga as suas pontas como a corda deste arco. Agora imagine uma flecha sendo disparada por esse arco, curiosamente sempre o alvo será o Sol! Essa regra pode ser verificada durante o dia e tem uma aplicação direta durante a noite, pois nos mostra exatamente a localização no horizonte de onde o Sol se pôs ou a localização de onde ele
A Astronomia nas escolas: uma possibilidade de motivação e interdisciplinaridade por astronomia, educação 0

A Astronomia nas escolas: uma possibilidade de motivação e interdisciplinaridade

A Astronomia desde os mais remotos tempos atrai a atenção do ser humano devido aos seus mistérios, encantos e misticismos. Esse fascínio é encontrado em todas as faixas etárias, porém especialmente nas crianças, que estão descobrindo o mundo que as cerca e se encantam com o desconhecido. Por outro lado, o estudo dos astros trouxe ao homem a oportunidade do autoconhecimento, auto-aprimoramento, desenvolvimento de tecnologias e, principalmente, da compreensão da complexidade inerente de um imenso sistema de relações físicas, químicas, e biológicas capaz de abrigar uma infinidade de estruturas funcionais, em sua grande maioria, desconhecidas até então. Com vistas na sua compreensão, desenvolveu-se diversas ferramentas concretas e abstratas para alavancar os limitados sentidos humanos: instrumentos de captação, medição e análise como telescópios óticos, radiotelescópios, espectrógrafos e sondas, no campo concreto e elementos mentais como matemática avançada, física moderna, estruturas computacionais, filosofia e teologia no campo no campo abstrato. Dentro desse contexto complexo e multifacetado temos uma série de áreas de aderência com os conteúdos disciplinares educacionais fundamentais e dessa forma, pontes lógicas podem ser efetuadas, dentro de certos recortes e nivelações, para demonstrar a aplicabilidade de uma vasta gama de elementos curriculares básicos. Sob essa ótica, o educador tem uma ferramenta a mais

A Astronomia nas escolas: uma possibilidade de motivação e interdisciplinaridade

por astronomia, educação 0 comentários A Astronomia desde os mais remotos tempos atrai a atenção do ser humano devido aos seus mistérios, encantos e misticismos. Esse fascínio é encontrado em todas as faixas etárias, porém especialmente nas crianças, que estão descobrindo o mundo que as cerca e se encantam com o desconhecido. Por outro lado, o estudo dos astros trouxe ao homem a oportunidade do autoconhecimento, auto-aprimoramento, desenvolvimento de tecnologias e, principalmente, da compreensão da complexidade inerente de um imenso sistema de relações físicas, químicas, e biológicas capaz de abrigar uma infinidade de estruturas funcionais, em sua grande maioria, desconhecidas até então. Com vistas na sua compreensão, desenvolveu-se diversas ferramentas concretas e abstratas para alavancar os limitados sentidos humanos: instrumentos de captação, medição e análise como telescópios óticos, radiotelescópios, espectrógrafos e sondas, no campo concreto e elementos mentais como matemática avançada, física moderna, estruturas computacionais, filosofia e teologia no campo no campo abstrato. Dentro desse contexto complexo e multifacetado temos uma série de áreas de aderência com os conteúdos disciplinares educacionais fundamentais e dessa forma, pontes lógicas podem ser efetuadas, dentro de certos recortes e nivelações, para demonstrar a aplicabilidade de uma vasta gama de elementos curriculares básicos. Sob essa ótica, o educador tem uma ferramenta a mais leia mais

Interdisciplinaridades: algumas relações da Astronomia com o ensino básico

por astronomia, educação 0 comentários O relacionamento de conteúdos traz uma possibilidade de estabelecimento sinérgico de conhecimento, estruturando pontes lógico-dedutivas entre vertentes distintas do saber, o que gera um incremento na horizontalidade dos temas e abre caminho para as suas verticalidades. Dessa forma, no recorte da Astronomia em sua relação com o ensino básico, podemos relacionar algumas interdisciplinaridades que, naturalmente, não esgotam as possibilidades, servindo como fonte de instigação e sendo um convite para uma reflexão aprofundada acerca do estabelecimento de outras interações conceituais. Na listagem abaixo, encontramos relacionamentos na forma um-a-um, ou seja, com restrição na quantidade de matérias relacionadas, sendo apresentadas apenas as interações entre a Astronomia e algumas disciplinas. 1. Educação Artística • Criação de um mini-planetário utilizando as informações da Carta Celeste e a criatividade dos alunos e professores. • Exposição de telas inspiradas nas imagens celestes. • Trabalho de artes plásticas a partir do uso das imagens e informações astronômicas, como instalações, colagens, dobraduras e esculturas. • Criação de uma peça de teatro envolvendo a mística astronômica bem como suas lendas. • Desenhos das figuras mitológicas. • Produção de quadrinhos com histórias mitológicas e de ficção científica. • Criação de músicas e poemas com base nas histórias mitológicas. • Feira de objetos de ficção científica, como roupas intergalácticas, naves, extraterrestres, leia mais

A morte dos Armstrongs

por astronomia, desenvolvimento pessoal 0 comentários Nesse último final de semana fomos arrebatados por duas duras notícias: a morte aos 82 anos de Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua e do banimento aos 40 anos de Lance Armstrong do ciclismo mundial. Além do nome, ambos têm em comum o fato de serem lendas mundiais e, como tais, inspiraram até hoje incontáveis pessoas com suas incríveis histórias de vida, mudando para melhor as ações dos Homens, trazendo esperanças, novas visões de mundo, novos horizontes para velhos problemas. Precisamos dos mitos para que possamos sintetizar conceitos que nos esquecemos com o dia a dia, assim funciona tanto com os super-heróis dos gibis, quanto com os de carne e osso que acreditamos que assim possuem iguais especialidades. Infelizmente os heróis humanos são, naturalmente, falhos e assim podem com seus erros, suas fraquezas, colocar a perder toda aura de inatingibilidade, de modelo de pessoa que deva ser adorada, imitada e até invejada. Essas duas perdas talvez nos faça refletir sobre nossos símbolos, sobre as pessoas que admiramos pelos seus feitos, seus caráteres, suas habilidades ímpares. O Armstrong astronauta arriscou sua vida para nos mostrar não a beleza da Lua, mas sim o quão especial é a nossa casa; para que leia mais

Buzz Aldrin

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Edwin Eugene "Buzz" Aldrin Jr. (Nova Jérsei, 20 de janeiro de 1930) é um astronauta, ex-coronel e piloto da Força Aérea norte-americana e o segundo homem a pisar na Lua, em 20 de julho de 1969, como tripulante e piloto do Módulo Lunar Eagle, da missão Apollo 11, a primeira a pousar no satélite.

Seu apelido de garoto e pelo qual é conhecido – Buzz – foi dado por sua irmã pequena que o chamava de ‘Buzzer’ - tentando pronunciar a palavra “Brother” (irmão) – depois encurtado para Buzz.

Edwin Aldrin entrou para a NASA em outubro de 1963, e voou ao espaço pela primeira na missão Gemini XII, a última do projeto Gemini, de naves com dois astronautas, quebrando o recorde de permanência fora da nave em atividades extra-veiculares, provando que astronautas poderiam trabalhar no espaço, algo comum hoje em dia para os tripulantes do Ônibus Espacial.

Com uma personalidade muito mais pública do que seu companheiro de missão Neil Armstrong, esse homem extremamente reservado, que fugiu dos holofotes da fama mundial após o histórico vôo para ser professor de engenharia em seu estado natal, Aldrin deixou a NASA após o passeio lunar, voltou à Força Aérea num cargo gerencial leia mais

Lua

por astronomia 0 comentários
A Lua (Latim: Luna) é o único satélite natural da Terra, é o quinto maior do Sistema Solar. A distância média de centro a centro da Terra à Lua é 384.403 km, o que é cerca de trinte vezes o diâmetro da Terra. A Lua tem um diâmetro de 3.474 km – um pouco mais do que um quarto da Terra, e cerca de dois terços da distância média leste-oeste dos Estados Unidos. Isso significa que o volume da Lua é cerca de 2 porcento do da Terra. A gravidade na Lua é cerca de 17 porcento do da Terra. A Lua faz uma órbita completa na Terra a cada 27,3 dias, e as variações periódicas na geometria do sistema Terra – Lua – Sol são responsáveis pelas fases lunares que se repetem a cada 29,5 dias. A Lua é o único corpo celeste que os humanos já viajaram e pousaram. O primeiro objeto artificial a escapar da gravidade da Terra e a passar perto da Lua foi o soviético Luna 1, o primeiro objeto artificial a impactar na superfície lunar foi o Luna 2, e as primeiras fotografias do normalmente escondido lado escuro da Lua foi feito pelo Luna leia mais

Apollo 11

por astronomia, história 0 comentários A missão Apollo 11 foi a primeira missão tripulada a pousar na Lua. Foi o vôo espacial humano de número 50 do programa Apollo e a terceira viagem humana à Lua. Lançada em 16 de Julho de 1969, levou o Comandante Neil Alden Armstrong, Piloto do Módulo de Comando Michael Collins e Piloto do Módulo Lunar Edwin Eugene ‘Buzz’ Aldrin Jr. Em 20 de Julho, Armstronge Aldrin se tornaram os primeiros humanos a pousar na Lua, enquanto Collins orbitava acima. A missão atingiu o objetivo do Presidente John F. Kennedy de chegar à Lua até o final dos anos 60. Em um discurso em 1961, ele havia dito – “Eu acredito que essa nação deve se mobilizar para atingir esse objetivo, antes que essa década acabe, de pousar um homem na Lua e retornar com segurança à Terra”. Tripulação Os números em parênteses indicam o número de vôos espaciais de cada integrante e incluindo essa missão. • Neil Alden Armstrong (2) – Comandante • Michael Collins (2) - Piloto do Módulo de Comando • Edwin Eugene ‘Buzz’ Aldrin Jr. (2) - Piloto do Módulo Lunar Equipe Reserva • James Lovell – Comandante • Bill Anders - Piloto do Módulo de Comando • Fred Haise - Piloto do Módulo Lunar Equipe de Apoio • Charles Moss Duke Jr., CAPCOM • Ronald Evans, CAPCOM • Owen leia mais

Neil Armstrong

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Nascido em 1930 e falecido em 2012, Neil A. Armstrong, um astronauta americano foi a primeira pessoa a pisar na Lua. Em 20 de Julho de 1969, Armstrong e Buzz Aldrin pousaram o módulo lunar Eagle (LM - 5) da Apollo 11 na Lua. Armstrong deixou o módulo e explorou a superfície lunar. Depois de dar seu primeiro passo na Lua, ele disso: “Esse é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade.” Mas as palavras se perderam na transmissão de rádio.

Armstrong nasceu em 5 de Agosto de 1930, na fazenda de seus avós em Auglaize County, Ohio. Ele se mudou com sua família para diversas comunidades de Ohio antes de se instalarem em Wapakoneta quando Neil tinha 13 anos. Armstrong desenvolveu um interesse em vôo muito jovem. Sua paixão por aviões cresceu quando ele foi para seu primeiro vôo em um Ford Tri-Motor, um “Tin Goose”, com uma idade de 6 anos. Desde então, ele é fascinado por aviação.

Em 1947, Armstrong entrou na Purdue University. Ele começou seus estudos em engenharia aeronáutica. Mas em 1949, a Marinha dos Estados Unidos o chamou para servir. Armstrong se tornou um piloto naval e foi enviado à Coréia leia mais

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